Uma transformação significativa atingiu os Microempreendedores Individuais (MEIs) a partir de 1º de setembro: a padronização na emissão de Notas Fiscais de Serviços Eletrônicas (NFS-e).
Esse ajuste, determinado a nível nacional, busca facilitar a emissão de notas, garantindo uniformidade nos processos.
Os MEIs, ao fornecerem seus serviços para empresas, têm a obrigatoriedade de emitir a NFS-e.
Entretanto, para transações com indivíduos, essa emissão se mantém como uma opção. O sistema unificado de emissão, ível tanto via plataforma web do governo quanto via aplicativo, a a ser mandatório.
Originalmente, a transição para essa plataforma estava prevista para abril. No entanto, a implementação ocorreu somente em setembro.
Como Emitir a Nova NFS-e: os Simplificados
- Visite o portal oficial do Governo Federal ou baixe o aplicativo NFS-e-Mobile.
- Para novos usuários, é fundamental criar um perfil.
- Faça seu .
- Antes de qualquer emissão, adicione seus “Serviços Mais Usados”, preenchendo detalhes como o nome comercial, código tributário e a categoria de serviço.
- Busque pelo ícone de nova emissão, geralmente localizado em “o Fácil”.
- Opte pela “Emissão Completa” ou a versão simplificada. Neste último, basta inserir informações do cliente e o valor do serviço.
- Complete os campos obrigatórios.
- Finalize clicando em “Emitir NFS-e”.
Para mais detalhes, consulte o portal da Receita Federal. Adicionalmente, o Gov.br disponibiliza um manual detalhado sobre o processo.
Centralização da Emissão de NFS-e
Em um ado recente, cada cidade tinha um método próprio de emitir notas fiscais. Essa nova iniciativa visa centralizar a geração e conservação da NFS-e em uma única plataforma gerida pela Receita Federal.
Rafael Machado, autoridade no Conselho de Contabilidade do Rio de Janeiro, destaca que essa inovação permite que MEIs de todo o Brasil emitam suas notas de forma mais intuitiva, eliminando gastos extras com licenças municipais anteriormente necessárias.